Analise


Análise

Shadow 23 de março de 2015 13:23

É Frank, esse é o BBB do B solitário. O Big Brother foi para o espaço, em nome de algo equivocadamente chamado jogo. As últimas “alianças” e votação deixam isso bem claro.

A votação de ontem [22/3] foi ilustrativa. Se dúvida houvesse quanto ao Adrilles, a resposta veio ao dar o seu voto em Cézar; apesar do desejo e apelo de Mariza, desenhados a ele, de querer enfrentar o Fernando; ou seja, a suposta aliança do Adrilles com Mariza não existe, pelo contrário, existe um desejo velado para eliminá-la.

Cézar, por outro lado, poderia ter escapado desse paredão. Sabia que o voto de Mariza seria em Fernando, ele já havia votado nele, era só ter mantido seu voto. Mas, quis se colocar na berlinda, pra manter a linha de perseguido e excluído. Já se julga campeão.

Fernando deu as costas àqueles que o apoiaram e na base de muita lábia, virou a casaca, se enroscou com Amanda no edredom, por entender que ela é forte, e julgar que assim pode ir com ela até a final. Nunca deu a mínima pra quem estava ao seu lado. Nem à Aline… e nem à Amanda…

Amanda, por sua vez, acredita que é a dona do jogo, subestima a todos, inclusive ao próprio Fernando; não mediu esforços para formar casal após a saída da Aline, muito mais para provar de que afinal ele seria dela, do que por amor próprio ou algo mais verdadeiro.

Não é um grupo, é um agrupamento de egos inflados.

Em meio a esses brothers está Mariza, que já percebeu que de brothers, não têm nada. Todos ali são narcisistas e egocêntricos ao extremo; não se doam, não sabem compartilhar, nem ser fiéis aos seus “aliados”. E na essência, o Big Brother, o Grande Irmão, é feito disso. Talvez por isso, a esta altura, não tenha despontado um favorito junto ao público, e Mariza venha ganhando cada vez mais simpatizantes.

Boa semana a todos, Abração,
Shadow

Abração em retorno reiterado, Shadow. Concordo com tudo! Realmente saiu a jogadora menos “perigosa” ou a mais “inofensiva” entre os cinco, apesar de que ela foi também responsável pela saída de pessoas que estavam jogando menos que ela e apenas estavam sendo autênticas. Apoiou e aliou-se a quem não merecia e não deixou de fazer seu joguinho, como todos aliás, ou quase todos. Apesar dos pesares, Mariza  ainda era a menos pior entre esses ainda candidatos a finalistas.

Não quero parecer e nem dizer com isso que sou implacável em matéria de comportamentos, mas sou exigente em matéria de probidade e caráter. Reputações e pessoas ilibadas não costumam aparecer em RS e, portanto, temos mais é que nos cingirmos aos comportamentos. Em resumo, Mariza era quem tinha menos deméritos para ser a campeã!

Entre mortos e feridos não se salvou ninguém e, os poucos que ainda estão no CTI, sofrem de uma doença terminal chamada jogo. Foi pura sorte das gêmeas Andressa e Amanda serem “hors concours” e de Julia, que foi eliminada sem ter tido a chance de mostrar quem era realmente, por causa de um capricho frio de uma produção que pensa com isso estar dando um “boost” na audiência do programa.

Quero crer que se Aline e Julia tivessem entrado como concursantes normais, a história desse RS teria sido completamente diferente e gratificante. Aline não teria sido compelida a “furar o olho” da Amanda para angariar preferências efêmeras. Erro de cálculo, talvez. Julia não teria sido eliminada sem cometer erro nenhum. Portanto não teriam sido eliminadas por esses motivos, ou a ausência deles.

Julia não se submeteu a essa pressão para o jogo e foi eliminada sumária e equivocadamente por algumas invejosas de plantão, monumento feminino que é, e por torcedores ávidos por jogatina e emoções imorais e aéticas. Quem conseguiu disfarçar ódios e falsidades perdurou no programa. Ninguém veio preparado para (ou disposto a) uma experiência de convivência. “Jogou a toalha” a única que não estaria talvez confortável nesse “ring”!

Uma verdadeira Babel. Teve gente prometendo “facadas pelas costas” (sic) ainda antes de entrar, gente que não veio para fazer amigos, para não fazer casais ou para fazer, e transar ao vivo e a cores, para atuar somente com a razão, para fazer demagogia, ter ciúmes de “amigos” (sic), etc. Teve até “jogador profissional de pôquer”, ou ex, e ensinando ou “pregando religião” (sic). É dose cavalar para deixar qualquer um abismado com tanta insensibilidade, incompetência, ausência de bom senso e maquiavelismo.

E ainda disseram antes que a edição traria gente comum, ao invés de modelos, “ratos de academia”, turbinados, bombados, marombados e pessoas bem aquinhoadas fisicamente. Se esse “casting” representa o povo brasileiro, acho que vivo em outro país! Ou isso foi uma piada? É melhor avisar antes, porque assim posso rir, ao invés de chorar! No fundo esses concursantes representam a quem? Seriam a certos elementos da realizadora?

Acho melhor apagar essa edição da memória. Não agradou, não cumpriu objetivo nenhum, não valeu! Nada acrescentou. Muito pelo contrário… Foi amadorismo puro na parte que seria séria, e mal intencionado, diga-se de passagem! A única coisa profissional, mas com um intervencionismo disfarçado, foi o trabalho humorístico feito em cima do RS, embora totalmente inoportuno e descabido; fora de seu sítio natural na grade de programação da emissora.

RS não é programa humorístico, mas vira palhaçada nas mãos de incompetentes. Trata-se do velho cacoete de tentar fazer transfusão de audiências entre programas diferentes e com diferentes propostas. É também por esta razão que os concursantes ficam presos a contratos depois que são eliminados, para dar “boost” em audiência em outros tipos de programas que quase ninguém adepto de RS assiste. Ou seja, são explorados depois de injustiçados! Duvido muito que recebam cachês em alguns deles, senão em todos.

“Bel Rodrigues 25 de março de 2015 16:57

O fato é que Mariza deveria ter votado em Amanda. Porque a estas alturas não dava para contar com Adrilles, totalmente contaminado pelo casal. Se fossem ela e Amanda, hoje Mariza estaria rumo à final dentro da casa e Amanda chorando a rejeição do lado de fora. Ponto. Agora, perdeu a graça totalmente!”

É um ponto de vista válido, Bel. Poderia ser efetiva essa hipótese se Amanda não fosse a Líder e não detivesse o Voto de Minerva no desempate de Amanda 2 x 2 Cézar. Mariza iria então para o paredão contra o Cézar de qualquer jeito, e se não fosse eliminada ficaria isolada. As únicas chances da Mariza seriam o Adrilles não votar em Cézar ou ele, Cézar, só receber um voto.

Como no Grupo “Tá com Nada” só tem o Cézar, o Big Fone vai tocar amanhã (hoje), 26, para transferir alguém do TCT para o TCN (Adrilles, Amanda ou Fernando). Está na cara que é para o Cézar não se isolar mais ainda e consolidar sua tática de coitadinho.

Falando tecnicamente e tendo em vista o jogo aparente quanto aos atributos de honestidade e lisura, um concursante não pode mudar seu voto em cima do laço por conveniências, em contradição ao que vinha desenhando (arquitetando) antes da formação de um paredão. Ele se livraria do paredão, mas não se livraria da punição da audiência na primeira oportunidade.

Por exemplo, Mariza vinha propalando seu voto em Fernando e adiantando seus motivos. Não entro no mérito de que os outros fazem os mesmos tipos de coisas. O que são ruins em comentar intenções de votos são várias coisas: 1) É considerada orquestração de votos; 2) Cria o compromisso ético de manter a palavra; 3) Habilita a produção a orquestrar e direcionar o paredão; 4) Ajuda os outros concursantes a armarem suas próprias estratégias de voto e; 5) Habilita os comentaristas especializados a alertarem a audiência.

Se você for concursante algum dia, evite fazer isso, embora a tentação seja muito grande! Sua força moral é quem vai ditar se você será capaz.

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(Nota: Post publicado no site votalhada em 26/03/2015)

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Jogo e Meritos II


Jogo e Méritos II

As Damas de Preto aproveitaram a rivalidade entre Marco e Talita na votação passada para se livrarem do paredão. Hoje estão sem muita segurança, porque a Talita não está muito disposta a deixar pegarem carona no voto dela. O voto do Cezar é uma incógnita para todos, como sempre, e a indecisão do Anjo contribui para a tensão das Damas “in black”.

Os quatro do grupo intelectualoide vão votar na mesma pessoa, porque em caso contrário irão dois deles para o paredão. Novamente o casal Ralita e Cézar serão o fiel da balança. E, dessa vez, o voto do Cézar poderá equilibrar ou desequilibrar a votação. Luan pensa que na possibilidade de irem 3 para o paredão, ele se salvaria, se dois dos emparedados forem ele e Aline. Sua opção de voto gira em torno de um paredão simples, de olho num paredão triplo. Sua estratégia é enfraquecer o grupo intelectualoide, que dá suporte ao casal Feline.

Nunca ouví alguém dizer que avaliar pessoas é fácil. Nas áreas humanas e profissionais existem várias especialidades dedicadas a isso: psicologia, psiquiatria e ciências médicas em geral, sociologia, gerências de recursos humanos, etc, para não falar de vestibulares, exames de conhecimentos, seleção de pessoal, etc.

O exposto acima é a causa do comodismo da audiência em querer avaliar somente jogo dos concursantes em RS. É mais simples. Mas os próprios concursantes querem ser avaliados por seus atributos e méritos pessoais. Os que não querem, somente entram no Reality para jogar e terem méritos apenas pelo jogo, e isso já é um diferencial para avaliação.

O vocabulário não define o caráter de uma pessoas, assim como o seu sotaque ou idioma. São detalhes que definem a origem ou meio social em que se criaram ou o grau de cultura e conhecimentos linguísticos que atingiram. Isso também não define caráter. Por exemplo, Adrilles tem um vasto e rico vocabulário, mas é pedante. Faz questão de demonstrar que tem cultura e não utiliza baixo calão a não ser como floreio. O grau de cultura não é sinal de bom ou mau caráter. O linguajar não define um indivíduo mau caráter.

Nem o timbre da voz qualifica uma pessoa como boa ou ruim. É pedantismo condenar uma pessoa que fala muitos palavrões. Você não conhece o meio social onde ela vive ou se criou. Ao condená-la você está condenando o meio social de onde proveio. Esse segmento social não é assim por sua (dele) culpa. A culpa é da sociedade como um todo da qual você faz parte. É uma abstração de seus recalques ou culpas ou uma fuga deles. SE você não usa baixo calão é mérito seu, mas não é demérito de quem não, a não ser que sejam propositais para escandalizar. Não creio que um concursante queira isso conscientemente.

Quem procura se diferenciar frisando saber falar bem e de um modo ostensivo é cabotino. Adrilles e Mariza são cabotinos, mas a Mariza nem tanto. Ela é uma pseudo-intelectual no sentido clássico, para não chegar a dizer que é uma piada. Entre um poema recitado e referências a escritores ou poetas famosos ou clássicos, Adrilles vai soltando pérolas, como por exemplo, “quem não leu ou não conhece Machado de Assis é burro” e “José de Alencar é chato”, etc.

É o cúmulo da pretensão o gajo achar que seus gostos estéticos, literários, etc, são os universais da humanidade. Que suas verdades são as verdades que deveriam ser de todos. Achar-se um gênio faz dele um dos caras mais convencidos que já vi em RS. Seria uma defesa? Pode ser entendido assim, mas não faz um mérito para ele! Em seu entender, seus gostos literários são os únicos intelectualmente aceitos para os demais e, quem não gosta do que ele gosta é burro?

Calma aí; muita calma nessa hora! O desdouro a José de Alencar me parece bairrismo ou xenofobia ou despeito em relação ao Poeta cearense, ao qual ele nem chega aos pés, e a generalização no caso da burrice é burrice. Afinal ele quer permanecer no RS ou quer apenas abrir suas asas de pavão? Quer fazer contraste por jogo, em seu entender sutil, e/ou, quer parecer inteligente com conhecimento? Ou não sabe que uma coisa nada tem a ver com a outra? Exibicionismo de cultura é muito pedante, ainda mais num RS. Adrilles mergulhou demais na poesia e esqueceu da Pedagogia e dos relacionamentos humanos, e ainda se mete a ditar currículos escolares.

Costumo dizer para algumas pessoas que pensar é perigoso! São raras essas pessoas e Adrilles é uma delas. Adrilles pensa num universo interno, só dele. Não faz ideia de que existe um universo fora (dele). 99% do mundo não leu Machado de Assis. Então 99% do mundo é burro na concepção dele! Acho que percentual igual ou próximo de pessoas que falam português não leu Machado. Então… Só falando como um mineiro: Nóó!

Tudo o que ele fala é fora de contexto, ou num contexto só dele, construído por ele. Usa palavras sonantes como quem usa perfumes para o ouvido. Perfumes atuam no olfato. Você faz poesia para agradar o espírito, para deleitar a alma. Você agrada ou satisfaz os sentidos, não o sentido da audição. A musa dele é a Tamires, mas o que ele faz é ridiculatizar sua musa. Será que ele pensa que ninguém está percebendo isso?

Alguns, penso que poucos (é tão surreal!), acham que quem entra num RS para fazer casal vem com o intuito de esconder o caráter. Isso é argumento pobre! E quem vem com o intuito de jogar? Resposta fácil: Vem com o intuito de mostrar que não tem caráter e mostrar que é bom jogador! É uma substituição ou compensação, porque ele sabe que tem um público que só quer isso. Mas não é verdade? Se quem gosta de jogo por dinheiro não tem caráter, quem joga por dinheiro não precisa ter caráter. A dedução é lógica! O jogador fica tão imerso em seu jogo que esquece o principal: seu caráter.

Em outras palavras, quem vem apenas para jogar sabe que não tem outros méritos para ganhar e acha que saber jogar bem é um mérito, porque é assim que uma parcela do público enxerga o Reality. A saída precoce de jogadores contumazes nesta edição está mostrando que esse público é minoritário. O tiro no pé que o Luan falou que é comum aos 3 já eliminados é nada mais, nada menos, do que… Jogar!

Já aqueles que fazem casais por jogo, visam ter um aliado e uma válvula de escape para a pressão psicológica que o confinamento e isolamento acarretam. É uma estratégia diferente e mais eficiente, porque eles sabem que há também um público para isso. Em resumo, na essência não há diferença entre os dois métodos.

Moleskine

Talita está em dúvida sobre quem vai votar. Não está muito disposta a salvar a Angélica, caso a Tamires imunize a Amanda. Angélica anda fazendo campanha negativa contra ela e, Talita não está gostando muito, claro! Rafael e Cézar acham que Luan vai na Aline. Nesse caso, Talita vai no Adrilles. Luan quer deixar a Mariza para o voto da casa, mas pode acabar indo ele. Angélica é a melhor segunda opção nesta edição até agora, caso Amanda seja imunizada.

Adrilles: (Amanda), (*Angélica), Luan, Cézar.
Aline: (Amanda), (*Angélica), Luan.
Amanda: (Adrilles). Aline, Fernando, (*Mariza).
Angélica: (Adrilles), Aline, Fernando, (*Mariza).
Cézar: (Adrilles), (*Aline), Luan, Mariza.
Fernando: (*Amanda), (*Angélica), Cézar, Luan.
Luan: (Adrilles), (*Aline), Fernando, Mariza.
Mariza: (Amanda), (*Angélica), Luan, Tamires.
Rafael: (*Adrilles), Amanda, (Angélica), Cézar, Mariza.
Talita: (*Adrilles), (Angélica), Cézar, (Mariza).
Tamires: (Aline), Fernando, (*Mariza).

Tamires imunizará Amanda ou Cézar. Se houver Big Fone, poderá ser atendido por Angelica ou Cézar. Se não houver Big Fone, o terceiro emparedado poderá sair por algum processo exótico ou por uma provinha ou por votação (os dois mais votados, por exemplo). Um Big Fone poderia ser para quem atender indicar alguém ao paredão, ao invés de ir o próprio. Este paredão triplo visa salvar Aline ou Fernando, caso caiam na Berlinda do Carnaval. No caso da Fran do casal FranGo (BBB14) não tiveram toda essa consideração.

“Angel 12 de fevereiro de 2015 13:46
Análise muito bem feita. Excelente a sua colocação de que ele tem conhecimentos específicos o que não faz dele necessariamente inteligente. E digo mais: não faz dele necessariamente culto. Cultura de fato exige anos de dedicação a vários assuntos. A construção da cultura exige uma abertura a vários tipos de opinião e conhecimentos. Quanto a mim, fiquei bastante incomodada com a postura do Marco de teólogo do bem que vilanizava o outro lado e fazia exatamente as mesmas coisas. Tanto quanto me incomodou o apelo que ambos fizeram na hora do paredão aos projetos sociais. Mas como você permaneço com meu juizo em suspenso.”

Concordo, Angel. Muita água ainda fluirá por esse rio. Excetuando a Julia (que não deu tempe para conhecer), quem já foi eliminado não tinha perfil de vencedor, além de só um bonezinho de jogador! Vejo-os em minha imaginação ao redor de uma mesa, em uma sala enfumaçada, fumando, varando as madrugadas e fazendo suas apostas cada vez mais altas. E, de vez em quando, checando se a polícia não está vindo!

“Paulo 13 de fevereiro de 2015 17:27
“Talvez n sejam vcs” versus “parem de manipular” rs”

Alguns baderneiros entram aqui no Votalhada só para bagunçar as enquetes. Acham eles que influenciam as opiniões dos comentaristas e leitores regulares. Enganam-se, porque aqui todos, ou pelo menos a maioria, assistem atentamente e entendem de Realities e não adianta balançar o coreto. LOL.

“Site Oficial, 11/2 05h27
Ops! Imprevisto se repete com Aline e Fernando embaixo do edredom (Link)

Gostaria de saber onde o Fernando anda metendo a cara embaixo dos edredons com a Aline e com que substância suja o rosto, já pela segunda vez. Sei que é uma curiosidade mórbida, mas não resta dúvida que é coisa inusitada! LOL.

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(Nota: Post publicado no site votalhada em 15/02/2015)

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Jogo e Meritos I


Jogo e Méritos I

Você assiste e gosta de RS porque acha que é um jogo ou gosta de jogar e por isso quer que RS seja um jogo? Em ambos os casos você está equivocado. RS não é apenas jogo. É muito mais do que isso. O jogo é apenas um ingrediente para torná-lo interessante sob o ponto de vista da atração de público, mas o público jogador não é o único que a produção quer. “Capisci”?

Na essência, RS é uma avaliação de pessoas. Não é só avaliação do jogo que elas eventualmente fazem para ganhar um prêmio. Fazer isso, considerar somente táticas, estratégias e manobras é baixar o nível do RS. É ficar no simples para fugir do complexo. É comodismo mental. As táticas de jogo e seus desdobramentos devem ser vistos como desvios de caráter, não como atributos positivos.

Para que alguém ganhe em um jogo outros têm qe perder (ou deixar de ganhar). Isso implica em um questionamento moral. Até onde você pode ir? É lícito detratar, fazer picuinhas, manipular consciências, iludir, falsear, blefar, fazer conluios ou alianças ou complôs, fofocar, etc? O que você aceitar como lícito definirá o seu grau de moralidade (ou imoralidade)!

Por outro lado, quando você admite pesar os atributos de caráter, personalidade, etc, faz uma distinção clara sobre o que é mérito e demérito. Quem merece o prêmio é quem joga melhor ou quem tem melhores atributos pessoais positivos? Isso também define seu caráter como torcedor. Não só para o consumo externo, mas também para si mesmo.

Para consumo externo, você talvez não esteja nem aí, mas pense: seu trânsito na sociedade depende do que pensam de você, não do que você próprio acha de si. O que você pensa de si só atinge a sua auto-estima. De que vale uma grande auto-estima, se na sociedade em que se vive é um pária? Por quê a grande maioria das pessoas querem fama, dinheiro, reconhecimento e serem admiradas? Somente a sua auto-estima não é suficiente para tal alcançar.

Jogando, você não chega lá. No máximo será reconhecido como um jogador habilidoso ou esperto. De que vale isso? Sou campeão em um jogo, supondo um exemplo. E daí? Sou uma boa pessoa por causa disso? Não! RS não é um meio para consagrar campeões em jogos. Não é um circo, nem teatro, nem cassino (ou igreja, uma nova categoria de “não”), nem novela, nem programa humorístico ou de namoro ou amizade.

RS é uma competição de caracteres. É jogo apenas nesse sentido. O mérito consiste no caráter, nos bons princípios, no bom coração e na boa disposição de sentimentos. Não é algo cerebral. Você pode admirar e admitir a astúcia e a esperteza como lícitas se quiser, mas isso não é inteligência.

A inteligência pressupõe posicionamentos morais e éticos. Sem considerar isso você é estúpido, não inteligente. Um estúpido pode ser astuto, mas um inteligente não. O inteligente usa a honestidade em lugar da astúcia. Marco tem uma parcela de inteligência possivelmente, porque usou a honestidade desculpando-se com a Talita. Mas poderia ser astúcia? A audiência talvez entendeu que sim! Dos males o menor. Se a possível eliminação for por astúcia, por quê não usar astutamente a honestidade (sinal de inteligência)?

As pessoas invertem atributos como quem inverte equações na álgebra. Honestidade não é o inverso de inteligência. São termos de um mesmo membro da equação. Pode-se dizer que são “sinônimos” numa binomia forçada.

Não é inteligente jogar por dinheiro e nem honesto, mesmo que você queira doá-lo para instituições de caridade. Um concursante em um RS estrangeiro doou uma alta soma para a Cruz Vermelha para entrar num RS. Na verdade ele tentou comprar a fama com a qual recuperaria o dinheiro doado. Foi eliminado na primeira berlinda dele. Você não vende sua imagem e nem compra apreço e popularidade. Todos os que tentam isso conseguem somente o contrário. Da mesma forma amor e amizade não se compra e nem se pede. Ganha-se! Você não compra reconhecimento, popularidade e fama. Você tem que merecê-los.

Quem compra ou ganha o mérito são seus atributos positivos. Quem compra ou ganha o demérito são seus atributos negativos e jogar é, até prova em contrário, negativo e gerador de deméritos. Em síntese é isso. O jogador frio não tem mérito nenhum (só tem deméritos), e nem (tem) como jogador, se é que você acha que jogar é lícito.

Angélica perguntou ao Fernando se ele veio para o RS para lutar pelo prêmio ou para arrumar mulher. Pobre Angélica! Não sabe que a resposta não é uma coisa e nem a outra. Você vai para um RS para descobrir-se ou exibir seus méritos e saber se são suficientes para merecer o prêmio, não para lutar ou jogar por ele. Você não tem que fazer força para ganhar um prêmio. Você tem que merecê-lo. Se ninguém merece, alguém tem que merecer, porque o prêmio será dado de qualquer maneira e não é o jogo ou a qualidade do jogo, mesmo nesse caso, quem vai decidir.

Se fazer casais em RS é por jogo, tudo bem se você achar isso. Mas indague-se: é melhor um jogador frio e calculista ou um casal por jogo? Num jogador frio e calculista não há lugar para sentimentos. Num casal, você pode ser cético, mas admita que pode existir, pode haver algum tipo de sentimento, por ínfimo que seja. Logicamente um RS não se compõe só de jogadores e casais. Há outras facetas humanas e outros perfis, mas não importa quando os critérios não se cingem a jogadores e romances, mas a quesitos da personalidade.

Você tem que dar o benefício da dúvida. Se não der, você é um pobre coitado e, assim como não aceita o amor surgindo em 3 dias, em 3 dias você não é tão perspicaz para detectar um falso amor. Em contraposição está apto para odiar, assim como para amar (o que é paradoxal), se for uma pessoa normal e sadia. O próprio RS demonstra esse paradoxo. Em apenas um dia já tem torcedores fanáticos e participantes odiados ou idolatrados. LOL.

O ódio e o amor são contagiosos. Você pode semear o amor ou o ódio. A escolha é sua! Não por acaso, só existe um tipo de ódio. De amor existem 3. Se você não está habilitado para um deles, automaticamente está inapto para os outros dois, quer queira, quer não e, não adianta ter cultura, conhecimentos e inteligência. Isso exclui certos tipos de pessoas, não importa a preeminência e o simplismo ou o saber (conhecimento) e a ignorância.

Amor e ódio são sentimentos opostos, mas são da mesma raiz. Podem surgir repentinamente ou nunca acontecer. Amanda que o diga, você pode vir a amar ou odiar quem a sua razão não aconselha ou rejeita. Amor e ódio são involuntários e podem ser construídos aos poucos ou instalarem-se em poucos minutos. Podem descontruirem-se rápida ou vagarosamente Creio nisso porque já ocorreu comigo. Apenas um cheiro é suficiente para despertar o amor ou o ódio ou matá-los. Quem foi que determinou que uma pessoa não pode sentir ódio ou amor? Quem participa de um RS são pessoas e para serem autênticas têm que fingir que não têm esses sentimentos? Não me faça rir disso! É demasiado para a minha inteligência!

Amor e indiferença não são opostos como disse o Adrilles. Pode ser no caso dele e isso revela possíveis complexos. A auto-estima dele seria para consumo externo, mas isso não-existe. Você não gera exo-estima com auto-estima, muito pelo contrário. Não aceito rótulos por essas opiniões e rotularia de “Fanfa” (fã fanático) quem o faz. Fanfa não é só quem é fã fanático. Engloba quem ofende com injúrias, difamação, rotulação, xingamentos, etc, por causa de RSs ou de seus concursantes.

Assim como você é capaz de odiar instantaneamente, também capaz é de amar instantaneamente. Você pode não ter a capacidade de amar, mas isso é outra coisa. Você pode não ter a capacidade de odiar e isso é diferente. Diria mesmo que é por aí que surgem os santos, porque é raro, mas eles existem e sempre apareceram ao longo da História. Se estão à direita de Deus ou não, isto é outra história e não podemos saber com certeza.

Indo mais além, diria que Marco em minha percepção nem chega perto de ser santo e ele mesmo sabe disso ou deveria pensar isso. Se ele ou qualquer outra pessoa quiser dizer o mesmo de mim, tudo bem. Não me considero santo, mas procuro pelo menos ser fiel a certos princípios e procuro não transigir em questões morais e éticas.

Sempre é exagero apresentar-se como santo ou como benfeitor de qualquer coisa. Seus atos atestam por você, não suas palavras. “De pessoas bem intencionadas o inferno está cheio”! “Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a direita”, caso contrário o inferno o espera! E o inferno é aqui e está dentro de você.

“A tua alma é o inferno que te queima ou o paraíso que te conforta”. Você tem seu livre arbítrio e o que faz com ele para escolher seu inferno ou paraíso é sua opção e de mais ninguém. Você é dono de seu destino e de sua alma ou deveria ser. Se você entrega-os a outros é problema única e exclusivamente seu. Pregação é isso e, não ensinar religião em jogo por dinheiro.

Desculpem o tamanho do texto. Na verdade ele é muito maior e foi dividido em partes. Esta é apenas a segunda parte. A cada saída de um jogador irei liberando as outras partes. A introdução foi o post anterior “Jogo“.

“Dadinha 10 de fevereiro de 2015 12:57,  13:24

…Desculpa, mas essa sua visão do Frank deve estar fazendo ele gargalhar até agora. Acompanhe melhor o blog e você verá que não poderia estar mais equivocado.

Tem toda razão, Frank, percebo agora, pela reação da audiência, que o Luan seria mero figurante neste paredão…”

LOL. De fato estou, Dadinha. Vamos dar uma chance ao amor e esquecer isso! O ódio só desconstrói. As torcidas jogam e não há como evitar. Não hesitam em rotular e detratar quando o objetivo é jogar. Ainda pior é o torcedor que age por vingança, porque seu preferido foi eliminado ou porque prefere alguém em especial. Quando elege um culpado ou contrário à sua preferência na multidão fica cego e nem percebe ou não aceita que a maioria pensa diferente dele ou pode pensar.

Um torcedor me chamou de colega no twitter, falou que RS é só jogo e deu a entender que sou ingênuo. Prefiro! LOL. Minha utopia é esses tipos deixarem de ser representativos na audiência e serem relegados à condição de minorias barulhentas e anarquistas, que é o que são na realidade. Entre eles há bairristas, xenófobos, criticóides pequeninos, pensadores refratários, emissores de desatinos, descerebrados, preconceituosos, parvos aretinos e zoilos. Etc, etc, etc!

“Mercedez Souza mercedezsoza 10 de fevereiro de 2015 11:25

De uns dias pra cá,acho que sua opinião a respeito dos concorrentes mudou bastante.Entendi que Talita,que antes era um exemplo de maldade agora é reverenciada?…”

Se refere-se a mim, penso que não entendeu nada, Mercedez! Minha opinião não mudou nesse aspecto, simplesmente porque não tenho ainda opinião formada sobre os concursantes. Apenas aponto os “milagres” mais gritantes. Sobre os “santos” em confinamento, não tenho culpa em seus “milagres”. A página não é um jornal e não caberia (em termos de espaço) falar tudo de bom e de ruim sobre os concursantes em um só post. Além disso, há os que reclamam de prolixidade.

“Paulo 10 de fevereiro de 2015 13:45

Mentira que ela falou isso? Talita matando a pau de novo! Se Marco conseguir se safar desse paredão, essa rivalidade vai esquentar muito…

Caprichete, o Frank? Caprichete pra mim não é só quem defende casal, não (coisa que, aliás, ele não faz a troco de nada e nem está fazendo nesta edição), mas sim quem fica defendendo os miguxinhos da casa hahaha mais um caso típico de projeção…”

Mas não é? Gosto de casais verdadeiros, confesso. Casais faked detono, mas ainda não chegou a hora de fazer isso. Os apressadinhos o são por jogo. Tá na cara! Considero-me um cara blindado para influências e só opino sobre o que vejo, ouço e leio e, sobre mim nem tanto. Não se preocupe quanto a isso, mas sou grato pela defesa, Paulo, extensivo à Dadinha. Injúrias, difamações e detração não me atingem porque não me conhecem para tanto e não estou em um RS ou em julgamento. Esses torcedores, na maioria, não são preconceituosos contra casais (com raras exceções). São viciados em jogo e querem que todos sejam iguais a eles.

Só destaquei o que ela disse porque é a pura e límpida verdade. Talita às vezes dá umas sacadas que não se espera dela. Na prova do carro ela soltou algumas que atraíram a minha atenção. Todas as vezes que ela fala do jogo, fala com grande propriedade e até o Marco havia percebido isso, razão pela qual entrou em choque contra ela. Foi um de seus erros de cálculo. Os torcedores de outros participantes também sacaram isso e é por esse motivo que ela pode ser eliminada.

“Romano 11 de fevereiro de 2015 02:09

Não tenho nada pessoal nem ódio contra ninguém(sei que você não escreveu isso mas só pra deixar claro) mas,quando vejo um BBB sempre vou me identificar com alguém e não me identificar com outros,você não,Frank?”

Não. Às vezes só na reta final. Acompanho RS de confinamento como meio de estudar pessoas. Não tem essa de me identificar ou não me identificar com pessoas específicas, principalmente no iníco da edição. Bloqueio meus afetos até conhecer bem uma pessoa. Aponto erros e pisadas de bola de qualquer um. Na verdade me afeiçôo a todos e fico triste quando alguém escorrega. Ficaria até mesmo com você, se pisar na bola, a quem não conheço e para quem meus afetos estão provisoriamente bloqueados, só porque discute e comenta meus posts. Fica na Paz.

Um comentarista estrangeiro de RSs bem conceituado e ex-concursante falou-me uma vez o seguinte, numa tradução livre, não com essas palavras, se não me falha a memória: “Gosto de comentar RS, porque adoro (me gusta) bater em safados, prevaricadores, ilusionistas, fornicadores, hipócritas, falsos, desonestos, insensíveis e toda sorte de indivíduos de mentes deformadas. Também adoro (También me encanta) dar pauladas em puxa-sacos e fanáticos!”

Esses defeitos são as principais pisadas de bola que não posso me impedir de apontar em concursantes e em todos os que se colocam na marca do “penalti”! Para mim o jogo só é interessante na medida em que esses defeitos afloram mais facilmente. Não resta dúvida de que Marco possui conhecimentos específicos na área da Teologia, mas daí a achar que é inteligente por causa disso vai uma longa distância.

Astúcia não é inteligência e jogar não combina com Teologia. “Deus não joga dados” (Einstein) e jogar utilizando a astúcia não é jogar inteligentemente. Enganam-se os que aprovam isso, como a eliminação pela audiência demonstrou, apesar da forte campanha (sem precedentes) para o Marco ficar. Em minha opinião Fernando não é tão forte quanto parece e não ficou por causa do jogo, mas porque com ele há uma dúvida em relação a jogar com o coração.

Acho provisoriamente que o Fernando está declarando amor incondicional e prometendo casamento com Aline para ganhar o programa. Se ela se entrega a ele, isso poderá acontecer. Seria como trocar um milhão e meio por um casamento. Será que vale?

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(Nota: Post publicado no site votalhada em 12/02/2015)

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